Compreender o que é MDF-e é o primeiro passo para simplificar a gestão do transporte de cargas e escapar da complexidade dos documentos fiscais. Se você é gestor ou empreendedor e já se sentiu sobrecarregado pela burocracia ou inseguro quanto à conformidade fiscal, saiba que essa é uma dificuldade comum (e totalmente solucionável).
Desde outubro de 2025, por meio da Nota Técnica 2025.001 v1.03, o MDF-e exige informações detalhadas sobre o pagamento do frete e o NCM do produto predominante, o que reforça o controle fiscal e a transparência nas operações.
Essas mudanças só provam que a digitalização deixou de ser uma escolha e se tornou uma necessidade estratégica. Segundo o estudo State of Logistics 2025, 30% das empresas brasileiras já investem em Inteligência Artificial e sistemas automatizados para aprimorar seus processos logísticos.
Portanto, se você precisa emitir o MDF-e, mas não sabe em que ponto começar diante dessas novas demandas, este artigo é o seu guia completo! Aprenda o que é e para que serve o MDF-e. Além disso, aprenda o passo a passo para emitir o documento e descubra quem tem essa obrigatoriedade. Então, vamos lá?
Principais aprendizados
- O manifesto serve para reunir dados de diferentes documentos fiscais de uma operação de transporte em um só arquivo eletrônico;
- Antes de iniciar o processo de emissão, lembre-se de verificar o vínculo entre os documentos fiscais e o manifesto antes do envio, para evitar rejeições, inconsistências e problemas durante a fiscalização;
- Depois de aprender o que é MDF-e e realizar corretamente sua emissão, é fundamental guardar o XML autorizado e o protocolo por, no mínimo, cinco anos.
As integrações do Bling permitem que você gerencie e acompanhe todos os envios de forma centralizada, o que dá mais praticidade em seu dia a dia. Portanto, faça a sua inscrição e teste o sistema gratuitamente!
O que é MDF-e?
É um arquivo digital que unifica todas as informações importantes de um transporte de cargas, como o Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) e a Nota Fiscal eletrônica (NF-e). Assim, profissionais e empresas têm controle, rastreabilidade e conformidade com as exigências legais da Receita Federal e Secretaria da Fazenda (SEFAZ).
Para que serve o MDF-e?
Serve para reunir dados de diferentes documentos fiscais de uma operação de transporte em um só arquivo eletrônico. Essa centralização facilita a fiscalização das autoridades, evita burocracias excessivas, agiliza a viagem do motorista e comprova a regularidade dos traslados de mercadorias em todo o território nacional.
Leia mais: Quantos CNPJs uma pessoa pode ter? Descubra neste guia!
Quem deve emitir o MDF-e?
Os principais responsáveis pela emissão do documento de transporte são:
- transportadoras que realizam fretes de mercadorias;
- empresas que fazem transporte próprio entre municípios ou estados;
- embarcadores que contratam transporte terceirizado;
- operadores logísticos que gerenciam movimentações fiscais;
- qualquer contribuinte que precise comprovar o deslocamento de cargas.
Saiba mais informações sobre quem deve emitir o MDF-e nos tópicos a seguir.
Transportadoras que realizam fretes de mercadorias
São obrigadas a emitir o manifesto de documentos fiscais eletrônicos sempre que executarem transporte de bens entre localidades diferentes. O objetivo é garantir a legalidade e rastreabilidade da operação. Esse documento assegura o controle fiscal e facilita a fiscalização nas rodovias.
Empresas que fazem transporte próprio entre municípios ou estados
Devem emitir o documento quando utilizam frota própria para movimentar produtos de um estabelecimento para outro e assegurar a conformidade fiscal. A emissão evita penalidades e reforça a regularidade do transporte.
Embarcadores que contratam transporte terceirizado
Precisam gerar o MDF-e para formalizar a prestação de serviço feita por terceiros e detalhar os documentos fiscais envolvidos. Dessa forma, asseguram a validade jurídica e o acompanhamento das cargas.
Operadores logísticos que gerenciam movimentações fiscais
Têm obrigação de emitir o manifesto ao organizar o transporte de múltiplos documentos fiscais em uma única operação. Essa emissão centraliza informações e otimiza o controle de todo o trajeto.
Qualquer contribuinte que precise comprovar o deslocamento de cargas
Mesmo em casos específicos, o contribuinte deve emitir o MDF-e para demonstrar a regularidade e o acompanhamento das mercadorias em trânsito. Essa medida mantém a transparência e evita autuações fiscais.
Leia mais: Logística com transportadoras: Como melhorar as entregas do e-commerce
Como emitir o MDF-e?
Para a emissão, é necessário que você:
- Tenha um certificado digital válido;
- Utilize um sistema emissor integrado à SEFAZ;
- Preencha corretamente as informações fiscais da mercadoria, do veículo e do motorista;
- Valide e transmita o arquivo eletrônico às autoridades;
- Armazene o documento e o protocolo de autorização.
Antes de iniciar o processo de emissão, lembre-se de verificar o vínculo entre os documentos fiscais e o manifesto antes do envio, para evitar rejeições, inconsistências e problemas durante a fiscalização. A seguir, veja em detalhes o passo a passo de como emitir o MDF-e.
1. Tenha um certificado digital válido
Após aprender o que é MDF-e, o primeiro passo é ter um certificado digital ativo. Com esse documento, assine o arquivo eletrônico e comprove a autenticidade das informações fiscais enviadas ao sistema da Secretaria da Fazenda.
2. Utilize um sistema emissor integrado à SEFAZ
É necessário usar um software homologado que permita gerar, assinar e enviar o manifesto. O sistema precisa estar conectado à SEFAZ para autorizar o MDF-e antes do início da viagem.
3. Preencha corretamente as informações fiscais
O emissor deve inserir todos os dados obrigatórios, como CNPJ do emitente, dados do veículo, motorista, notas fiscais e percurso da carga. O preenchimento correto evita rejeições e atrasos na autorização.
4. Valide e transmita o arquivo eletrônico
Após o preenchimento, o sistema valida o arquivo e o envia à SEFAZ para aprovação. Somente após a autorização é possível iniciar o transporte, o que assegura a conformidade com a legislação fiscal.
5. Armazene o documento e o protocolo de autorização
Depois de aprender o que é MDF-e e realizar corretamente sua emissão, é fundamental guardar o XML autorizado e o protocolo por, no mínimo, cinco anos. Esse procedimento garante a comprovação da operação em eventuais fiscalizações ou auditorias.
Como integrar Bling com LOG CT-e para emissão de MDF-e?
Para integrar a plataforma e emitir o manifesto, é preciso que você:
- Adquira a plataforma LOG CT-e;
- Acesse a Central de Extensões no Bling;
- Busque e instale o aplicativo;
- Autorize a integração e insira credenciais;
- Valide a confirmação de instalação;
- Verifique a sincronização das notas no LOG CT-e.
Lembre-se de que, por ser um sistema de emissão de documentos de transporte, você também pode emitir o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) com o Log CT-e. Em seguida, faça a importação do XML das CT-es emitidas para o Bling.
FAQ
Quais são as principais funções do MDF-e?
Agrupar todas as informações de notas fiscais e conhecimentos de transporte em um único documento, permitir o monitoramento de cargas em tempo real, otimizar processos logísticos, atender à legislação tributária e facilitar o compartilhamento de dados entre empresas, transportadores e os órgãos de fiscalização responsáveis.
Qual é a importância do MDF-e?
O documento é essencial para garantir a legalidade das operações de transporte, otimizar o fluxo logístico e reduzir erros manuais das empresas contribuintes. Além disso, proporciona mais segurança fiscal, rapidez nas fiscalizações e integração entre sistemas, o que evita multas e atrasos nas entregas de mercadorias.
Quem é obrigado a emitir MDF-e?
A emissão é obrigatória para transportadoras, embarcadores e empresas que realizam transporte próprio interestadual ou intermunicipal de mercadorias. O documento é exigido sempre que há deslocamento de cargas com notas fiscais eletrônicas vinculadas, o que garante a rastreabilidade e a regularidade da operação perante o fisco.
Quais são os principais erros de emissão de MDF-e?
Os equívocos mais comuns de transportadoras, embarcadores e empresas que realizam transporte envolvem o preenchimento incorreto de dados, a falta de vinculação correta entre documentos fiscais, o uso de informações desatualizadas, erros no percurso definido, duplicidade de registros e falhas de comunicação com os sistemas autorizadores da SEFAZ.
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