O plano de negócios é um documento usado para definir a estratégia e os recursos necessários para tirar uma empresa do papel.
O intuito dessa ferramenta é reduzir riscos e aumentar as chances de sucesso do negócio, o que é essencial, já que quase metade das empresas fecha nos primeiros cinco anos de funcionamento, segundo o relatório de sobrevivência das empresas no Brasil do Sebrae.
E um dos principais motivos para a mortalidade é uma gestão ineficiente. Neste cenário, um bom plano de negócios ajuda a determinar a melhor alocação de recursos e até mesmo a prever dificuldades e se preparar para elas.
Quer entender por que fazer um plano de negócios e como criar um do zero? Então, continue a leitura!
Principais aprendizados deste artigo
- Um plano de negócios é um documento que descreve todas as estratégias que serão adotadas para garantir a sustentabilidade de uma empresa, como ações de marketing e planejamento financeiro.
- O documento é essencial para melhorar a comunicação entre empresários, colaboradores e fornecedores e ainda para facilitar a tomada de decisão e minimizar os riscos.
- O Bling é um sistema de gestão que centraliza os principais setores da empresa para garantir que o plano de negócios seja colocado em prática à risca. Faça sua inscrição e teste a plataforma gratuitamente.
O que é um plano de negócios e para que serve?
É um documento que apresenta informações sobre a criação de uma empresa, produto ou serviço. No geral, contém análises sobre mercado, público, previsão de lucro e despesas, além da descrição dos pontos fracos e fortes e da concorrência, sendo essencial para aumentar as chances de um empreendimento dar certo.
O plano de negócios serve para elencar seus principais objetivos de curto, médio e longo prazo e listar as ações que precisam ser tomadas para que essas metas se concretizem. Por exemplo, para um e-commerce, o documento pode estabelecer como objetivos:
- reduzir a taxa de abandono de carrinho em curto prazo;
- aumentar o ticket médio em médio prazo;
- elevar a taxa de fidelização em longo prazo.
Para alcançar esses resultados, o plano de negócios pode definir estratégias como simplificar o checkout, montar promoções e/ou kits de produtos e criar campanhas de relacionamento para reter o público.
É válido também informar que o planejamento funciona como um guia que permite conhecer as características do ramo de atuação da empresa, como seu público-alvo. Dessa maneira, facilita a preparação do negócio para aproveitar as oportunidades e enfrentar os desafios, como lidar com os períodos de alta e baixa nas vendas.
Além disso, o documento permite avaliar a melhor maneira de tirar uma ideia do papel, seja por meio do aporte financeiro dos sócios, pela atração de investidores ou pela busca de outros tipos de financiamento. Mais adiante, você aprende como criar um plano. Mas, antes, confira quais elementos devem aparecer no seu planejamento.
Quais são os elementos do plano de negócios?
Um plano de negócios é composto por elementos como: sumário executivo, análise de mercado, plano de marketing e os padrões de qualidade da empresa. Além disso, deve conter os planejamentos operacional e financeiro e ainda apresentar uma análise completa dos fornecedores mais importantes para o negócio.
Veja mais detalhes no quadro abaixo:
| Elemento | O que apresenta |
| Sumário executivo | Resumo do documento. |
| Análise de mercado | Dados sobre o nicho de atuação, como público-alvo, principais concorrentes e possibilidade de crescimento. |
| Plano de marketing | Estratégias para divulgar e vender os produtos e/ou serviços, o que inclui desde os canais de comunicação até a precificação. |
| Padrões de qualidade | Critérios que a empresa deve seguir para garantir a qualidade dos produtos ou serviços, como materiais usados e prazos de entrega aos clientes. |
| Plano operacional | Descrição das tarefas necessárias para que o negócio funcione. |
| Plano financeiro | Orçamento completo, o que inclui os custos fixos e variáveis, fluxo de caixa e projeção financeira empresarial. |
| Análise de fornecedores | Lista dos fornecedores mais importantes e critérios de escolha de novos parceiros de negócios. |
Entendeu o que é e para que serve um plano de negócios? Então, aproveite para conferir em quais situações vale a pena usar a ferramenta e, em seguida, os benefícios que pode proporcionar para as empresas.
Quando fazer um plano de negócios?
Geralmente, o plano é desenvolvido antes da abertura de empresa, que é o período dedicado ao amadurecimento da ideia de negócio, para avaliar sua viabilidade. Contudo, o documento também pode ser usado em outras situações, como:
- expansões, para identificar oportunidades e riscos;
- reestruturação do modelo de negócio, para prever os ganhos com a mudança;
- busca de investidores e/ou sócios, para mostrar que a ideia é viável e lucrativa.
Em todo caso, usar a ferramenta pode trazer benefícios para a empresa, como os que você confere a seguir.
Por que fazer um plano de negócios? Quais são os benefícios dessa ferramenta?
O documento ajuda a manter a objetividade das decisões empresariais e a melhorar a comunicação entre todos os envolvidos no seu funcionamento, como empresários, fornecedores e colaboradores. Além disso, pode contribuir para uma compreensão mais profunda do negócio e reduzir os riscos de perder os investimentos.
Confira mais detalhes.
1. Mantém a objetividade das decisões
Ao criar um negócio do zero, a empolgação pode tomar conta. Inclusive, muitas das maiores empresas nasceram de ideias apaixonadas, e que muitos poderiam até rotular como “insanas”.
No entanto, toda paixão precisa ser equilibrada com um pouco de objetividade, sobretudo no mundo dos negócios.
Isso porque, na prática, existem muitos investimentos que precisam ser feitos, parceiros comerciais que precisam ser contatados e canais de venda que precisam ser configurados para garantir que uma ideia de negócio seja sustentável.
E todos esses pontos podem ser mapeados por meio de um plano de negócio. Aliás, ter essas metas bem definidas é o primeiro passo para evitar que a empolgação tome conta e ofusque as realidades do mercado.
Tenha em mente que é preciso esperar o melhor, e se preparar para o pior, sempre.
2. Melhora a comunicação entre os stakeholders
O plano de negócios também pode ser uma ferramenta de comunicação eficiente entre os stakeholders da sua empresa.
Os stakeholders são todas as pessoas e parceiros comerciais que têm algum tipo de interesse nos projetos, atividades e resultados gerados por uma companhia. Alguns dos stakeholders mais comuns são os colaboradores, investidores, clientes e fornecedores.
Nesse caso, o documento pode servir, por exemplo, como uma ferramenta de argumentação na hora de arrecadar fundos de investimento.
Ou, ainda, pode ser mostrado para clientes, na busca pelo fechamento de vendas. Essa é uma estratégia que funciona particularmente bem em empresas do ramo B2B.
3. Ajuda a compreender mais profundamente o negócio
Uma empresa pode ser apenas uma ideia abstrata na mente de seu fundador, até que ele seja obrigado a organizar os seus pensamentos no papel. E esse é exatamente o objetivo do plano de negócios.
Ao criar um documento como esse, empreendedores precisam contextualizar a atuação da empresa, levando em conta fatores que vão além daqueles que dizem respeito apenas à organização interna.
Isso inclui pensar em iniciativas de marketing, fazer análises de concorrência, ajustar detalhes logísticos e legais.
E por que entender o negócio mais profundamente é tão importante? Primeiramente, porque reduz os riscos de erros durante a implementação do negócio.
Além disso, esse conhecimento pode trazer novos insights para o negócio, mostrando perspectivas que não eram consideradas antes, mas que podem trazer resultados interessantes no curto, médio e longo prazo.
Para obter esses resultados, no entanto, é necessário saber como elaborar o documento do início ao fim, o que você pode aprender logo abaixo.
Como fazer um plano de negócios para uma loja online do zero?
O passo a passo para construir o plano inclui:
- Escrever o sumário executivo;
- Apresentar a sua ideia;
- Analisar o mercado e a concorrência;
- Definir o seu público-alvo;
- Organizar a estrutura da sua empresa;
- Descrever seu produto ou serviço;
- Definir um projeto de logística e operações;
- Criar uma estratégia de marketing;
- Estabelecer um programa financeiro.
Entenda cada etapa, a seguir.
1. Escrever o sumário executivo
Ao montar um plano de negócios, você terá muitas informações que precisam ser facilmente acessadas.
Para facilitar a busca pelos tópicos, existe o sumário executivo, que é um tipo de resumo que dá uma visão geral da empresa, de seus objetivos e dos pontos discutidos no documento.
Se esse projeto for apresentado para investidores em potencial, nessa área você pode elaborar um sumário um pouco mais longo, com uma apresentação que inclui informações como:
- resumo da descrição do negócio;
- diferencial;
- missão;
- a descrição do perfil dos empreendedores;
- produtos;
- serviços;
- potenciais clientes;
- localização.
2. Apresentar a sua ideia
O próximo passo é apresentar o que é a empresa, o produto ou serviço, e para isso, é necessário:
- descrever a ideia central;
- apresentar como ela funciona;
- explicar qual problema ela resolve;
- qual é o mercado que atende;
- como é possível monetizar a solução.
Por exemplo, se você deseja criar um aplicativo para avaliar a qualidade dos alimentos a partir da leitura do código de barras dos produtos, essa é a área para descrever como essa ideia funciona na prática.
Também é essencial apresentar a forma de geração de lucros. Por exemplo, seguindo a ideia do app, é possível oferecer ao mercado uma versão paga que indique aos usuários substitutos para produtos identificados como “não saudáveis”.
3. Analisar o mercado e a concorrência
Aqui é hora de entender o mercado, começando pela identificação dos concorrentes diretos e indiretos. Para efetuar uma avaliação como essa, deve-se:
- definir o setor que será observado;
- listar seus concorrentes;
- pesquisar o tamanho do mercado;
- procurar por tendências da área;
- verificar se há demanda dos consumidores por sua solução.
Com essas informações em mãos, compare sua empresa com os concorrentes a partir de fatores como:
- preços;
- qualidade;
- atendimento ao cliente;
- marketing;
- estratégia de produtos.
Em seguida, é hora de organizar o que você encontra em quatro grupos:
- forças;
- fraquezas;
- oportunidades;
- ameaças.
Essa é uma forma de análise clássica do mercado e, por ser muito importante, indicamos que, antes de aplicar, você acesse o artigo que explica o que é e como fazer uma “Análise SWOT ou Análise FOFA”.
Com as informações separadas nesses quadrantes, desenvolva uma estratégia para se destacar no mercado e competir com sucesso, a partir do aproveitamento das oportunidades e das suas forças.
Liste também algumas alternativas para que as ameaças e as fraquezas não atrapalhem o andamento do seu trabalho.
4. Definir o seu público-alvo
Você começou o plano de negócios com um tipo de público em mente, mas, ao fazer a análise de mercado, notou que existe a oportunidade de atender a um grupo diferente de consumidores? Essa é uma possibilidade.
Considere, por exemplo, que você deseja criar um clube de assinaturas de produtos de beleza; entretanto, ao estudar o mercado, percebe que a concorrência é grande.
Contudo, observa também que a procura por itens de cuidado de beleza masculina está em amplo crescimento e que não há muitas soluções voltadas para atender esse segmento.
Esse conjunto de informações pode ajudar a mudar o público, aproveitando as oportunidades (crescimento do setor de cosméticos masculinos) e fugindo das ameaças (alta concorrência).
Contudo, independentemente de qual seja o seu público, é essencial que descrevê-lo com o máximo de detalhes possível, incluindo informações como:
- região onde moram;
- faixa etária;
- gêneros;
- comportamento;
- interesses;
- como passam o tempo livre;
- onde trabalham;
- quais tecnologias usam;
- em quais redes sociais estão;
- quanto ganham;
- valores, crenças ou opiniões.
5. Organizar a estrutura da sua empresa
Decida qual será a estrutura legal e como será a organização interna, incluindo:
- cargos;
- responsabilidades;
- hierarquia.
Também defina processos que serão seguidos para uma venda acontecer, por exemplo:
- quais são os envolvidos no atendimento ao cliente;
- a empresa terá estoque (ou trabalhará por meio de dropshipping);
- por quais canais os clientes poderão efetuar a compra ou contratações;
- quais as formas de pagamento serão oferecidas.
Por fim, estabeleça fluxos de trabalho e informações, como o regime de tributação, a forma de registro e o tipo de empresa.
6. Descrever seu produto ou serviço
A venda do seu produto ou serviço é o que faz você ganhar dinheiro com a sua empresa, então é muito importante descrever:
- o que você oferece (tipo de produto ou serviço);
- como funciona;
- qual preço;
- qualidade;
- diferenciais em relação aos concorrentes.
Seja o mais detalhista possível, descrevendo tudo o que seu produto ou serviço faz e seus atributos. Ao mesmo tempo, determine o padrão de qualidade das entregas.
Se a sua empresa está no ramo de serviços, é importante focar a qualidade do atendimento, com uma equipe bem treinada e canais de comunicação fáceis de usar.
7. Definir um plano de logística e operações
É imprescindível definir como você planeja entregar seus produtos e serviços aos clientes.
Vamos a mais um exemplo: imagine que você seja um arquiteto que resolveu abrir o próprio escritório e quer democratizar o acesso das pessoas a projetos de qualidade, levando a beleza e o conforto de ter uma casa planejada por um profissional para mais famílias.
Nesse cenário, você pode criar um escritório 100% online, que entrega projetos à distância, fazendo tudo por meio de dispositivos online, desde reuniões até a criação de projetos e o contato com fornecedores.
O formato exige que você pense em toda a logística em torno disso, por exemplo:
- Existem fornecedores confiáveis para esse tipo de trabalho?
- Como você tira as medidas dos cômodos?
- Já existe tecnologia para que isso possa ser conduzido à distância?
Tudo deve ser considerado para que o trabalho aconteça da melhor maneira possível quando tudo estiver funcionando. Essa também é uma etapa importante para encontrar desafios e solucioná-los antes que eles se tornem problemas reais.
Por esse motivo, nessa etapa do seu plano de negócios, organize as informações sobre:
- fornecedores;
- produção;
- instalações;
- equipamento;
- envio e frete;
- inventário e estoque.
8. Criar um plano de marketing
Com todas as informações sobre produto ou serviço definidas, é hora de apresentar a sua solução para o mercado e atrair os clientes. Afinal, sem marketing, dificilmente o mercado vai saber que você existe e quais são os seus diferenciais.
Logo, um bom planejamento deve incluir:
- estratégias de publicidade;
- ações de marketing digital;
- campanhas de mídias sociais;
- identidade visual do produto e da empresa;
- tom da comunicação.
Aqui você pode usar os 4 Ps do marketing para englobar em seu business plan:
- Preço: quanto e como será cobrado do cliente;
- Praça: local onde o produto será disponibilizado;
- Produto: quais são as características do produto ou serviço;
- Promoção: quais as estratégias de divulgação.
Todas essas informações são fundamentais para uma empresa conseguir se posicionar e atingir seu público-alvo.
9. Estabelecer um plano financeiro
O planejamento financeiro ajuda a ver quanto de dinheiro você precisa para tirar a sua ideia do papel e manter o negócio em funcionamento por algum tempo. Afinal, dificilmente você terá muito lucro já no primeiro mês.
Isso significa que você precisa definir o capital de giro necessário para manter a operação funcionando por pelo menos três meses. Considerando esse detalhe, faça projeções financeiras realistas, incluindo:
- gastos para abertura, como capital necessário para dar o primeiro passo, incluindo reformas, estoque, produção e aluguel;
- projeções de receita;
- previsão de custos fixos e variáveis;
- despesas;
- fluxo de caixa.
Caso o custo seja maior do que o esperado, pondere sobre as opções de financiamento disponíveis, entre elas:
- empréstimos;
- financiamento coletivo;
- investidores-anjo.
Em todo caso, avalie os custos e benefícios de cada opção e escolha a mais adequada para sua empresa. Por exemplo, ao tomar um empréstimo com um banco, você tem autonomia sobre como usar o dinheiro, mas precisa arcar com a dívida e com os juros em longo prazo.
Um financiamento coletivo elimina essas desvantagens do empréstimo, mas há o risco de você não conseguir atingir a meta de dinheiro. Os investidores-anjo, por outro lado, oferecem, além do dinheiro, orientações sobre como aplicá-lo. Entretanto, usá-los pode reduzir a autonomia sobre as decisões do negócio.
Salve este checklist para conferir sempre que precisar fazer um plano de negócios para a sua empresa:

Quais são as particularidades de um plano de negócios para loja online?
Ao montar um plano para um negócio online, considere elementos como:
- necessidade de integrar os meios de pagamento para garantir um fluxo de compras mais ágil e seguro;
- criação e manutenção de uma forte presença digital;
- despesas relacionadas à loja online ou ao marketplace;
- concorrência mais ampla, já que empresas de todo o país competem pelos mesmos clientes.
Essas particularidades do e-commerce podem ser contornadas com o uso das ferramentas corretas. Confira, a seguir, a lista das melhores.
Quais são as melhores ferramentas para plano de negócios?
A lista de ferramentas inclui:
- planilhas, como o Google Sheets e o Excel, que ajudam a montar o planejamento financeiro;
- Notion, que permite organizar o fluxo de demandas e ainda acompanhar prazos;
- Google Analytics, para monitorar os visitantes da sua loja virtual, caso resolva montar um e-commerce próprio;
- Google Forms para fazer pesquisas.
Também vale a pena investir em um sistema de gestão empresarial (ERP), como o Bling. Veja como a ferramenta pode ajudar o seu negócio a seguir.
Como o Bling pode ajudar o seu negócio a crescer?
O Bling é um sistema de gestão completo e escalável para quem busca organizar as finanças, o estoque e as vendas de forma centralizada com praticidade e segurança. Isso porque a plataforma conta com diversos módulos e ainda integrações nativas com sistemas de pagamento e de logística.
Com o Bling, você também consegue criar sua própria loja online e começar a vender com facilidade. Confira nossos planos e preços e comece a usar a plataforma.
Aproveite também para baixar nosso e-book que mostra todos os passos necessários para abrir um negócio de sucesso!
FAQ – Perguntas frequentes sobre plano de negócios
Qual é a diferença entre modelo de negócio e plano de negócios?
Um modelo de negócio é a forma como a empresa cria valor para o seu público e gera renda, por exemplo, na venda direta para o consumidor final. Já o plano de negócios é um documento que detalha como os objetivos da organização serão alcançados, o que inclui os planejamentos estratégico e financeiro.
Quanto custa fazer um plano de negócios?
Os valores mudam conforme quem elaborará o plano. Se for sozinho, o custo tende a ser zero. Porém, se contar com o apoio de especialistas, autônomos ou empresas de consultoria, existem os custos associados à prestação de serviço. Os preços também podem mudar dependendo da complexidade das operações.
O plano de negócios serve para empresas que já existem?
Sim, porque o documento também serve para identificar novas oportunidades de mercado e/ou planejar uma estratégia de expansão. Além disso, o plano de negócios também pode ser usado para captar investimentos para estimular o crescimento sustentável da empresa ou até mesmo propor uma mudança de modelo de negócio.
Quais são os erros mais comuns ao elaborar um plano de negócios?
O erro mais comum é a falta de pesquisa, principalmente em relação ao mercado de atuação, aos custos e ao público-alvo, o que aumenta os riscos de perdas. Adicionalmente, há erros como desconsiderar a concorrência, não personalizar o documento conforme as particularidades do negócio e não estabelecer objetivos realistas.









